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Viva Zapata!
O ativista Orlando Zapata Tamayo morreu neste final de Fevereiro em um hospital de Havana, após 85 dias de greve de fome. Trata-se da primeira morte de um prisioneiro político cubano desde os anos 70. Zapata Tamayo, de 42 anos, começou uma greve de fome a 3 de Dezembro em protesto contra o tratamento recebido na prisão. Viveu os últimos anos num recorrente entra e sai das prisões cubanas, tendo sido preso pela primeira vez em 2002 por fazer greve de fome em apoio aos prisioneiros do regime castrista. Foi solto um ano depois, mas passou apenas 13 dias em liberdade sendo novamente preso por fazer parte do grupo dos 75 na conhecida Primavera Negra. Em 2003, Zapata Tamayo, membro de uma associação cívica ilegalizada pelo governo cubano, foi condenado a 18 anos de prisão por alegada desordem pública. Apenas seis horas depois de enterrar o próprio filho, Reina Luisa Tamayo era a expressão da dor em sua forma mais cruel; mesmo assim conseguiu dar a entrevista que está no video acima, feita pela blogueira Yoan Sanchez. A morte desse ativista em prol dos Direitos Humanos mostrou, mais uma vez, que diante dos interesses do Sistema os seres humanos, como indivíduos, não passam de números. Foi patético, constrangedor, ver o silêncio do presidente Brasileiro, Luís Inácio Lula da Silva, ao lado dos Castros, diante da morte de Zapata. Uma vergonha para o Brasil. É inegável que o regime cubano sempre foi uma pedra no sapato do Sistema e não há dúvidas de que a morte do ativista será usada como cavalo de batalha para detonar ainda mais os ditadores da ilha-presídio. Exaltar as maravilhas de Cuba sempre foi tema da esquerda festiva, só que tais milagres sociais eram financiados pelo povo soviético, enquanto existiu a URSS. Guevara, Fidel Castro, em uma visão histórica são heróis da luta inglória contra o Sistema, mas a verdade é que ninguém consegue sobreviver ou sair incólume de uma luta aberta contra o Deus Dinheiro, o Grande Satan tão bem descrito pelo Ayatollah Khomeini (a paz esteja com ele). Quem tenta sucumbe ou cai desmoralizado, como aconteceu com Fidel Castro, que chega ao fim de sua estada neste planeta de forma tão desgastada que da imagem de herói restam apenas as idéias de antigamente, expressas na monografia pública abaixo. Os gambás, que são animais silvestres considerados em extinção e protegidos pelo Ibama, tinham há décadas um refúgio seguro no bairro de São Francisco, Niterói, Estado do Rio, habitando terrenos arborizados junto à Igreja velha de São Francisco, que fica no alto de um pequeno monte e é tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional. A construção de edifícios de apartamentos em São Francisco sofria restrições da Prefeitura de Niterói, para preservação do meio-ambiente. Mas há pouco tempo, para permitir a especulação imobiliária, a Prefeitura mudou o nome de parte do bairro de São Francisco para Charitas e, através desse estratagema, uma série de condomínios com prédios de sete andares foi erguida, prejudicando o habitat natural de numerosos animais silvestres e todo o meio-ambiente, ao mesmo tempo em que peões das obras passaram a caçar e matar para comer os gambás da região, os quais foram praticamente dizimados. Não bastasse isso, a Prefeitura de Niterói permite que um núcleo de moradores de rua funcione junto à Igreja nova de São Francisco e alguns deles, sob os efeitos do crack, começaram a praticar perversidades com animais. Na noite de segunda-feira de Carnaval deste ano de 2010 CE (6249 AFK) um dos tais moradores de rua, alucinado, brandia um facão na via pública, berrando que queria matar. Ante os transeuntes e moradores estarrecidos o homem trucidou um cão a facãozadas. A PM apareceu, chamada por moradores, houve grande estardalhaço, mas continua tudo na mesma. Afinal, o que representa a vida de um cachorro e de algumas centenas de gambás em um Estado entregue ao crime organizado, à baderna e à corrupção como o do Rio de Janeiro? A banalização da violência e a tolerância de maus tratos aos animais não-humanos acelera e agrava cada vez mais a decomposição de uma coletividade humana já carcomida pela hipocrisia, pela mentira, pelo desgoverno e pelo inferno produzido pela droga, que dia a dia mais se assenhora das mentes fracas dos integrantes da imunda e decadente Sociedade de Consumo, para gáudio dos poderosos que dirigem os tráficos de armas e de entorpecentes e que nunca são presos, enquanto as hordas policiais realizam diligências espetaculares para apresentar ante as câmeras da TV figuras do terceiro escalão do tráfico, expostas como chefões… Haverá solução para os problemas causados por esse quadro em um País que arrecada trilhões em tributos, dos quais o governo simplesmente não presta contas de nada, enquanto multidões gemem às portas dos hospitais públicos transformados em açougues nauseabundos? Enquanto as balas perdidas zunem no ar, matando crianças, velhos entrevados, homens e mulheres o governo Brasileiro anuncia ajuda de 375 milhões de dólares ao Haiti e outras somas astronômicas são alocadas para as obras das Olimpíadas de 2016 no Rio. Quem fiscalizará o real destino desse dinheiro, quem? Em uma zona geral como essa que importância será dada à tragédia de pequenos animais massacrados por seres humanos? Pela administração humana, pela justiça dos homens, provavelmente nenhuma. Mas não se enganem! As Leis Cósmicas existem e a Lei do Karma se cumprirá e termos de karma coletivo. Ai de vós “raça de víboras”, como dizia Jesus, cujo mito, distorcido por Constantino, serviu de alicerce à Civilização Cristã Ocidental. A Ordem de Maat finaliza este editorial com uma citação do Frater Velado, dirigente de Illuminates Of Kemet (IOK): “O animal Homem cria outros animais em confinamento, às vezes extremamente cruel, para depois alimentar-se da carne deles, carne horrorizada nas vascas da morte pela tortura do abate sangrento e das perversidades que quase sempre o precedem. Tu, Homem, acendestes as piras funerárias de Hiroshima e do WTC com a carne dos animais imolados à tua gula correndo pelas tuas veias, sendo o teu sangue, que te move na guerra. Esta, Homem, é a pira em que incineras a imagem de qualquer Deus que tenhas criado com a tua mente finita e manipulado com a tua infinita maldade. Tu, Homem, és o inventor do Demônio, a quem chamas de Deus. Este é o meu lembrete para ti, fariseu e vampiro genocida, que caminhas vergado ao peso inaudito da tua hipocrisia, com a tua máscara bem afivelada e sempre na moda. Que este lembrete te seja constante e te siga como uma sombra, até que decidas trocá-la pela Luz da caridade e da compaixão. Faz isso enquanto ainda estás vivo, porque depois será tarde demais.” Fonte: http://svmmvmbonvm.org/cogitoergosum.htm Visite o site “Alma Animal”, que nossa Organização mantém no ar há uma década: http://svmmvmbonvm.org/almanimal.htm 22 de Dezembro de 2009, faltando dois dias para a noite de Natal, data magna da Cristandade. O noticiário da TV sobre o Rio de Janeiro mostra a prisão de um homem preto, ainda jovem, surpreendido por seguranças de um supermercado em Vicente de Carvalho quando furtava três salames e entregue à PM. Com truculência que não se vê ser aplicada nem a traficantes de drogas nem a criminosos de colarinho branco um dos policiais segura o negro pela carapinha e força sua cabeça para trás, para que seu rosto seja visto pelas câmeras. Afinal, não passa de um negro, ainda por cima pobre. O apresentador da TV anuncia quer ele irá passar o Natal na cadeia, onde ficará por um bom tempo. Pouco depois, o noticiário nacional mostra a indignação do ministro da Justiça ante uma decisão judicial que suspende o processo contra um banqueiro acusado de fraude bilionária e condenado a 10 anos de prisão (apenas no papel, é claro). O ministro diz que a estrutura do Judiciário precisa ser modificada para que tais casos não terminem com a conclusão clássica: “…no Brasil os poderosos não vão para a prisão”. O banqueiro obviamente é branco e ainda por cima muito rico, tão rico que pode comprar quantos habeas corpus quiser. O delegado que o indiciou foi afastado das investigações, exposto à execração pública e praticamente eliminado da polícia. O juiz do caso também foi afastado. Para os cristãos deste país o Natal parece ser uma boa data para se meditar sobre o significado místico e iniciático de o ladrão Barrabás ter sido libertado e o inocente e justo Jesus Cristo ter sido torturado e crucificado. É uma história que vem se repetindo através dos séculos dos séculos e que de tão repetida já está banalisada. No Reich que deveria durar mil anos essa inversão da justiça foi usada para justificar uma série de monstruosidades. Em “A Banalisação da Injustiça Social” (Editora FGV, 2007, 160 páginas) Christophe Dejours assinala: “Em suma, o regime nazista conseguiu, assim como todos os regimes totalitaristas, fazer com que, aos olhos de parte da população, o mal passasse por bem ou pelo menos se justificasse, tanto assim que se chegou a identificar formas de massacres em que a crueldade, a violência e a destruição não só fossem banalisadas, como também pudessem ser percebidas, em ultimo caso, como resultantes da sublimação.” Quando se vê esse tipo de coisa proliferar em um regime dito democrático, que credibilidade poderá ter o sistema de governo que rege tal regime? Provavelmente é por essas e outras que o crime organizado não se atemoriza ante a suposta autoridade do estado e parte para o ataque usando armamento de guerra obtido, inclusive, com a cumplicidade de quem deveria zelar pela lei mas se prostituiu ao poder do dinheiro. Apesar dos trotes e do bulling o meio acadêmico deveria ser uma escola de democracia e de respeito à Ética e às liberdades individuais, mas na prática não é o que acontece, principalmente em países do Terceiro Mundo. No final de Outubro deste ano um caso simplesmente espantoso chamou a atenção do País para uma universidade do ABC paulista, a Uniban (São Bernardo do Campo): uma horda de mais de 700 manés que conseguiram se tornar universitários perseguiu, encurralou, aterrorizou e agrediu com palavras de baixo calão uma colega de 20 anos, Geyse Arruda, estudante de Turismo, loura e muito bonita, apenas porque ela estava com um vestido curto, cor de rosa. “Puta!”, gritavam eles, ensandecidos, enquanto tentavam agarrá-la, fotografando-a com seus celulares, que chegaram a colocar sob a saia dela. A polícia foi chamada por uma colega da moça, que só assim pode escapar. No video acima, o que aconteceu e uma tentativa de explicação desse comportamento psicopático coletivo, por um sociólogo, em entrevista à Rede Record de Televisão, na “Reportagem da Semana”. Na entrevista, a mãe de Geyse, Maria de Fátima Arruda, disse que está muito abalada com tudo que ocorreu com a sua filha no dia 22 de outubro, quando o episódio aconteceu: - Não durmo quase e não como. Foi demais para mim, me abalou muito. A mãe e o pai de Geisy nunca se opuseram ao modo da garota se vestir. Maria de Fátima diz que não entende por que xingaram tanto a filha dela: - Ela estava com um vestido normal. Não era decotado nem nada. Só estava do jeito que ela usa mesmo. A universidade da moça, que é particular, é paga pelo pai dela, um metalurgico. A nova lei que pune o estupro, no Brasil, com penas de 8 a 10 anos de reclusão, inclui nesse crime um simples selinho dado em uma moça sem o consentimento expresso dela, definindo o ato como “estupro de vulnerável”. Como essa lei enquadraria a horda de alunos da Uniban envolvida nessa espécie de curra? O que se pergunta é: Qual a diferença entre esse bando de putos da Uniban e aqueles favelados que colocam fogo em ônibus, queimando vivos os passageiros, como aconteceu no Rio de Janeiro? Seriam ambos os grupos conduzidos pelas mesmas forças das trevas que operam na imunda e decadente sociedade de consumo através do narcotráfico e sua multidão de zumbis? No desdobramento do episódio o mercadinho em que Geyse trabalha, em Diadema, foi assaltado e pessoas foram feitas reféns. Com exceção do Estadão e da Rede Record a imprensa tentou abafar o caso, para garantir a verba da anunciante. Na seqüência, a Uniban decidiu expulsar a moça, vítima da tentativa de curra em suas dependências, alegando “desrespeito à ética e à dignidade acadêmicas”, garantindo com isso a receita proveniente das mensalidades dos curradores. Esse tipo de curra, embora não com as dimensões desse caso, que envolve 700 indivíduos, costuma acontecer quando alguém do diretório acadêmico tenta se engraçar com uma moça e não consegue se dar bem; como vingança, um movimento é articulado contra a vítima, pois é fácil manobrar a massa de idiotas existente no meio acadêmico de universidades como essa, onde a única coisa que conta é o dinheiro. O Brasil tem excesso de universidades ruins, excesso de formandos universitários que escrevem coração com dois esses, docentes inacreditavelmente mal remunerados e tudo é de péssima qualidade, resultando em profissionais incapazes e corruptos, com raras exceções. Será por que que episódios degradantes como o linchamento do vestidinho cor de rosa e sua dona não acontecem em Universidades sérias, como a Estácio, por exemplo? Simplesmente porque lá o nivel é outro… Já em arapucas acadêmicas não há controle de nada e tudo é permitido, vencendo sempre os mafiosos do ensino. Recentemente, em um concurso para garis, havia entre os candidatos nada menos de mil pessoas com curso superior e, entre elas, muitos com mestrado e doutorado. Isso demonstra duas coisas: não há mercado de trabalho para absorver a produção das fábricas de “doutores” e estes carecem da proficiência necessária para exercer a profissão liberal que escolheram. Prova disso é a exigência do exame imposta pela OAB para os bacharéis em Direito poderem exercer a advocacia. Antigamente as pessoas iam para as Universidades movidas pela vocação, hoje o que move a maioria é apenas a possibilidade de ganhar dinheiro. Vale lembrar que neste País arquitetos, sociólogos, economistas, advogados, delegados de polícia, juizes de Direito, promotores, políticos, médicos, dentistas, veterinários, todos sem doutorado fazem questão de ser chamados pelo que não são : Doutores… Na América os médicos são chamados de Doutores porque todos possuem doutorado, exigência para exercerem a profissão. Aqui, qualquer brederodes dono de jornal, quitandeiro bem sucedido, “coronel” nordestino, político ou coisa que o valha é tratado por Doutor. Não é de admirar, pois, que fabriquetas de “doutores” como essas universidades de brincadeira que pululam por aí vicejem à sombra do desrespeito à Ética. Vejam só como são produzidas a maioria das monografias acadêmicas, de lato sensu a doutorado: compilações compradas prontas ou verdadeiros frankensteins montados na base do copy e paste. Há até exceções, mas mesmo aí os autores demonstram claramente ausência de idéias próprias. E mais: no Brasil, há tempos o crime organizado vem investindo na formação universitária de seus membros, principalmente do tráfico, que depois vão ocupar cargos na administração pública. Evidentemente há muitas e muitas pessoas de bem no meio acadêmico brasileiro, mas esse meio está podre há muito tempo e precisa ser purificado. Mas, com tantos interesses em jogo, quem mandará fazer isso? O Congresso? Finalmente, o que tal tipo de universidade passa? A certeza da impunidade! Isto, é a escola do crime. Duas monografias públicas de Illuminates Of Kemet, Brasil (IOK-BR), abaixo, abordam o comportamento violento dos seres humanos: Leitura altamente recomendada:
O Presidente Barack Obama, 32º, chegou à Casa Branca não apenas pela vontade do povo Americano de ter mudanças para melhor mas, principalmente, como uma fórmula política destinada a remendar a imagem internacional dos Estados Unidos, tornada hedionda pelos crimes contra a Humanidade perpetrados pela quadrilha neo-nazista de George W. Bush, Richard Cheney et caterva, que manipula o terrorismo e a guerra para vender armamento e roubar petróleo. Exterminio em massa de civis Iraquianos (cerca de 600 mil, entre homens e mulheres, velhos, adultos e crianças); tortura de presos, estupro e assassinato de adolescentes islâmicos; desrespeito à Organização das Nações Unidas, invenção das mais fantasiosas mentiras, no melhor estilo de Goebbels, para justificar a invasão do Iraque e a deposição, prisão e morte do ex-agente da CIA Saddam Hussein – tudo isso contribuiu para arrasar a imagem desse império da mentira e da hipocrisia, já deteriorada pelo desnecessário genocidio de 300 mil japoneses com as bombas atômicas jogadas sobre Hiroshima e Nagasaki após a rendição do Reich que deveria durar mil anos, e pelas atrocidades cometidas no Vietname em nome de um pretenso combate ao comunismo. Colocar um negro na Presidência parecia ser a fórmula mágica para mostrar ao mundo as virtudes da decantada democracia Americana, que esse ninho de abutres, o Pentágono, está sempre tentando impor ao mundo para expandir o roubo de recursos naturais. Foi tudo muito bem até que Obama, em uma demonstração de bom caráter, se posicionou em favor do seu velho amigo de Harvard, o professor Henry Louis Gates Jr., de 58 anos, arbitrariamente preso (algemado) e vilipendiado pelo sargento Crowley (obviamente branco), da polícia de Cambridge. Obama, conforme foi noticiado no Blog Oficial da Ordem de Maat – vide postagem http://maat-order.org/blog/?p=1270 – disse que a polícia havia agido “de forma estúpída”, o que é verdade. Foi o que bastou para que toda a Ku Klux Klan se movimentasse, produzindo manifestações de suporte ao sargento branco e invertendo a situação com afirmações de que Obama e seu amigo Gates é que eram racistas. O professor Gates, dono de uma biografia brilhante, um intelectual internacionalmente reconhecido, queria que o policial agressor lhe apresentasse desculpas, mas este não só se negou como declarou que agira “estritamente dentro da lei”. Pressionado por todos os lados e acusado de dividir o país com uma “polêmica racista”, Obama mudou o tom e explicou que não havia desejado ofender a polícia e convidou Gates e Crowley para uma cervejinha na Casa Branca. Tudo deverá terminar em pizza, porque os reais donos do Poder Americano sabem que esculachar Obama é piorar (e não melhorar) a imunda imagem do Tio Sam. Mas o fato mostrou, mais uma vez, a verdadeira face da “democracia” Americana, que vive da indústria da guerra e já começa a amargar o tremendo karma adquirido com suas ações nacionais e internacionais criminosas. Vide o lastimável estado de deterioração a que a legendária Detroit, pátria dos automóveis, foi reduzida; observem a legião de desempregados que dia a dia engrossa na América, a monumental crise econômica que detonou bancos riquissimos e fabulosas montadoras como a GM e a Chrysler. Vejam as epidemias e os desastres naturais que assolam os Estados Unidos. Isto tudo é apenas o começo de um processo em que justos pagarão pelos pecadores, porque a Justiça da Mente Cósmica considera que omissão é participação nos crimes contra as Leis que regem o equilibrio e a harmonia do Cósmico.)))))))0(((((((
Massacre de Pequenos Animais
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Dois Pesos, Duas Medidas
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Escola do Crime
Video da Record Mostra o que Aconteceu
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A “Democracia” Americana
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August 15, 2009 at 4:23 pm
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